*Com Jéssica Cristina Rossinati Rodrigues da Costa
Quando Falamos em Gestão de Portfólio, o Monitoramento ea Análise de Risco São Temas Que Merecem DeStaque. Na Prática, antes de incorporar um ativo à carteira, Ó gestor precisa ciente do risco Daquele papel. Deve-se Avaliar o Quago de Perda Cada ATIVO Gerar, Além de Saber Como Minimizar os Impactos Negativos No Portfólio. Em Palavras, um Avaliação de Risco é um princípio Princín. Ó Que Queremos Discutir é como Garantir Que, de Fato, um Seja Efficiete.
O Principal Indicador de Risco Reconhecido Mundialmente é o Chamado var, OU valor em risco. Criado na década de 1980 pelo JP Morgan e disseminado pelo Conselho de Basileia e pela Securities and Exchange Commission (SEC) na década de 1990, trata-se de um modelo que, por meio de uma metodologia relativamente simples, estima qual seria a perda máxima esperada de um ativo em um determinado Período, com nível de confiaça estatistico.
Desde que o Mercado Começ um calcular o var, há mais de três décadas, o Cenário evoluiu significativo. Seja Pela Ampliação da capacidada Das instituições ou pela crescente variedade de ativos, Surgiram inúmeros Modelos para o Seu Cálculo. COMO RESULTADO, NOS DEPARAMOS HOJE COM MODELOS SIMPLOS, AMPLAINTE DISMEMINADOS E CONHECIDOS, E MODELOS MAIS COMPLEXOS, QUE UTILIZAM GRANDE VOLUME DE DADOS E METODOLOGIAS SOFISTADAS. Cabe à instituição Escolher uma alternativa de Melhor para o Seu Portfólio. Mas Como Fazer Esta Escolha?
É importante Ressaltar que um modelo mais complexo não é, necessária, mais eficaz. Eficiênia e complexidade não são sinônimos. Mais do que Buscar ou Desenvolver Modelos Avançados para Análise de Risco, como instituições de consideração se concentrar em testar a eficiênia dos modelos que utilizam. A Análise de Risco Não Termina na Definição do Var. É fundamental medir um precisão deste modelos, e os chamados backtestings existem Justamenthe para isto.
De modos, UM Modelo Complexo Utiliza Mais DADOS E Exige UM Gasto Maior computacional, Podendo Ser, Freqüência, Mais Lento. NESTE CONTEXTO, UMA alternativa seria priorizar um modelo mais simples, porém com uma valida mais robusta. Ou Seja, Utilizar um modelo Básico para Cálculo do Var e UM backtesting mais robusto para confirchar os resultas Appresentados.
OS Backtestings Trazem Segurança AOS Gestores, Pois Avaliam OS Modelos de Risco de Mercado Utilizando Procedimentos Estatias, nos quais se compara como estimatives de var com os retornos efetivos da carteira. O objetivo é verificar se os modelos utilizados se ajustam à realidade Daquele Mercado. Uma válida válida de risco bem Estruturada e Minuciosa PODE GARANTIR QUE MODELOS MAIS SIMPLES RESPOSTAM COM UMA Agilidade e Precisão necessidade para a tomada de decisão.
Obvience, os relatórios Cobrados Pelos Bancos Centrais do Mundo Vão Semper Seguir UM Padrão E, Geralulete, OS Modelos Cobrados Já São Os Mais Simples. Internamental, como instituições Adotam Modelos mais complexos por Conta de Ativos Muito Volátis. Ainda Assim, uma válida com uma ampla gama de estatsticas de teste lidar com lidar com os diferentes cenários com maior segurança.
Mais importante do que definitivamente um modelo de cálco para o var, éar confiante de que este modelo representa, de fato, o risco de perda da carteira. Independent do Modelo Sir Simples OU complexo, éciso semper reequimsar o backtesting. Definitivatere, uma avaliação de risco não acaba no var. São OS Testes de Vallação que Conferem Conferem Credibilidade Para O número que o Gestor Identifica como Risco. Não Basta Acompanhar O var. Éciso Validá-lo.
*Analista de Pesquisa de DeSenvolvimento da Luz Solução Financeiras


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