Um comissão do Sapato Eo Lucro do Assessor: Questão de Valor, Não de Vilania


Imagine um seguinte cena: você precisa de um par de sapatos Novos. Não Qualquer Sapato, Mas UM Específica. Confortável, de Couro, Tamnho 43, ideal para o trabalo. Você Entra Em Uma Loja, Experimenta Alguns Modelos E, Finalmente, Encontra Aquele par Perfeito. Ele Calça Como Luva, O Couro É Macio, o Design É Elegante Eo Preço, Ah, O Preço Parece Justo Pelo Que Ele Ofrece. Você Sorri, satisfação, e Sai da Loja com uma sensação de ter feito uma Ótima compra.

AGORA, PARE E Pense: Importa O Valor Que A Loja Pagou Naquele Sapato Para Renda-Lo? Importa Se a fábrica, Naquele lote Específica, Deu Um Super Desconto Que Aumentou A Margem de Lucro do vendedora? Você, como cliente satisfatório, se préocuparia em sabre se o lojista teve um lucro de 10%, 50% ou 200% sobe o custo do Sapato? Provavelmente Não. O que realmente importar para o vocá o valor percebido, um soluço que o sapa -troxe para sua necessidade, e o fato de o preço estar alinhado com esse valor. Você pagou Pelo Benefício, PELA Qualidade, Pela Conveni ênnda de Encontrar o que precisava.

ESSA HISTÓRIA, Que Parece Tão Simples E cotidiana, Esconde Uma Verdade Sobre fundamental, uma percepção de valor eo papel do Lucro no Mercado. ELA NOS SERVIÇA COMO Uma Luva para Entrender Uma Das Discutões Mais Acaloradas no Mundo dos Investimentos: Um Comissão Dos avaliadores Financeiros. Será que a lógica do Sapato Se Aplica Aqui? OU Estamos Lidando Com um Terreno Mais Escorregadio, Onde O Lucro Do Ulmo É Semper Visto Com Desconfiança?

Do Sapato Ao Investimento: percepção de Valor em Xeque

Nenhum Mercado Financeiro, um assessor de investimentos de investimentos é, em Muitos Aspectos, similar à vendedora de sapatos. Ele é o intermediário que a juda um encontrar o “par perfeito” para suas necessidade de finanças. Ele te aprovesa opções, explica como caractersticas de cada produto (o “material”, o “confortto”, um “durabilidade”), e te auxilia na decisão deda. E, Assim como vendedor de sapatos, o avaliador é remunerado por esse servijo, geralmente através de comissões embutidas nos produtos que ele distribi.

E é aqui que uma analogia comnha a se chocolate com uma realidade da percepção pública. Enquanto Ninguém Questões o Lucro do Lojista de Sapatos, um comissão do Assessor Financeiro É frequentemente Vista com Desconfiança, como um Custo oculto, um “roubo” ou um conflito de interesses. Por que essa diferença? Por que o Mesmo Princín.

Parte da Responsta reside na complexidade dos produtos financeiros. Um sapato é tangível, vocá o experimenta, sente -se confortto, vê uma qualidade.

UM Investimentão, Por outro Lado, É Intangível, Complexo, e Seus Resultados Só Se Materializam No Futuro. Um percepção de valor mais difícil de ser construída, ea Desconfiança é alimentada pela falta de transparênica e pelo histórico de produtos financeiros que, como já vimos, semper Entergam o o proMetem.

Outro Ponto é uma Assimetria de Informaça. O vendedora de sapatos sabe mais sobre sapatos do que o cliente, mas essa diprerença é facilmentes superada pela experimentada de uso. Nenhum Mercado Financeiro, uma Assimetria é Muito Maior. O assessor de acessar uma informação e conhecimentos que o cliente comum não tem, esa difrerença pode Gerar um sensoça de que o cliente está em desvantageM, sendão “Empurrado” para produtos que beneficiam mais o avaliador do que o quepio. É A Velha História do “LOBO em Pelé de Cordeiro”, que Tanto nos preocupa.

Mas será que um Solução é demonizar O Lucro ou um Comissão? Será que o Problema Está na Remuneração em Si, ou na FormA como Valor É Entrega e Percebido?

Conflito de interesses e transparênncia: onde uma confiaça se constrói

O Cerne da Questão, ontanto, não é um ex -existente da comissão, mas o potencial conflito de interesses que ela foi ela pode Gerar. SE OSSURADOR É REMUNEADO APENAS PELOS ProduS que Vende, e Alguatos Produtos pagam mais comissão que Outros, qual é o incentivo para ele recomendar o que é realmente para para o cliente, e não o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que você está, ESSA É UM ARGE PRESOCUPAÇÃO, E É AMA ARESOCUPAÇÃO LEGÍTIMA.

Nenhum entanto, um dilema de solução para esse não passa por eliminar um remuneador do assessor – afinal, ninguém trabalha de graça. Uma Solução Passa por Transpar ênncia e Alinhamento de Interesses. É como na loja de sapatos: se o vendedora te ofrece um sapato que não serve, que é dessconfortável ou que se desfaz em um semana, você não voltará lá. Uma reputação ea confiança são construadas na Entrega de Valor.

Nenhum Mercado Financeiro, ESSA Construção de Confiança EXIGE:

1. TOTAL DA TRANSPARÊNCIA: O CLIESTE PRECISA SABER OSTAMENTE COMO O ASSATOR É REMUNERADO, QUAIS SOO OS COSTOS EMBUTIDOS NOS PRODUTOS E QUE UM RENTABILIDADE REAL ESPERADA. Uma informação clara e acessível é o Primeiro Passo para Empoderar o Investidor A Tomar decisões conscientes.

2. Foco no Cliente: o Assessor Deventer como prioridade OS Objetivos Eo Perfil de Risco do Cliente, e Não um Comissão do Produto. ISSO Exige Uma Mudança de Mentalidade, De Vetended de Produtos para Planejador Financeiro, Que Constrói Soluções Personalizadas.

3. EducAção Financeira: UM Cliente Bem Informado É UM Cliente Mais Exigente e Menos Suscetível Um Ser “Empurrado” Para Produtos Inadequados. Um EducAção financeira é um ferreatório que permite ao investidor, entrando com está compando, questionário e comparar. É o que o Capacita A Escolher O “Sapato” Certo para o Seu “Caminho”.

É importante Ressaltar que muitos avaliadores e instituições financiadas Já Estão Se Movendo Nessa Direção, Buscando Modelos de Remuneraçoo Mais Alinhados aos Interesses do Cliente (como um Taxa Fixa SoBre O Patrimônio, porto), porco), por favor), por exemplo), por exemplo). Mas um processo de Mudança, e a responsabilidade de Buscar essaParênia e esse alinhamento é de Todos: do Regulador, Das InstitUosções, Dos avaliadores e, diretor, dos investidores do Dos Próprios.

A Escolha É Sua: o Sapato Certo EO Avaliador de Valor

NO FIM DAS CONTAS, A ANALOGIA DO SAPATO NOS ENSINA UMA LIÇÃO VALIOSA: Ó IMPORTA É O VALOR Percebido, uma solução que o Produto ou ServInco Traz para uma Sua necessidade. Não argumentos ver o empreário que soube Lucrar Como o Vilão, mas sim como algum que, ao ofrecer Algo de Valor, é justeiro recompensado. O Problema Não é o Lucro, mas a falta de valor entregue ou um manipulador da informação.

No Mercado de Investimentos, uma Mesma Lógica se Aplica. Um assessor de Comissão do Inimigo. O inimigo é um falta de transparênica, ó desalinhamento de interesses e -ignorância do investidor. É Hora de Pararmos de Focar Apenas no “Quago” o avaliador Ganha e Começarmas um questionário o “como” ele Ganha E, Principal, o “que” ele enterega em Troca. É Hora de Exigirmas que os avaliadores Sejam, de Fato, Guias Confiáveis ​​em Nossa Jorna Financeira, E Não Meros vendedores de Produtos.

E uma parte nessa equação? É um de se educar, de questionário, de comparar e de escolher. É um cliente de terno, conscientia, que sabe o que quer, o que entra o valor do serviCo e que não se deixa Levar por Promessas Vazias ou Pela falta de transparênica. Assim como você escolhe o Sapato Certo para o Seu Pé, Escolha o Avaliador Certo para o Seu Patrimônio. Porque, sem FIM Das Contas, uma responsabilidade de Calçar os Sapatos Corretos e Caminho em Direza aos seus objetivos Financeiros é Semper Sua. E você, está pronto para fazer essa escolha consciente?





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