Selic: Um Copom diferente de todos os outros


Já tratamos dos aspectos teóricos e práticos dos movimentos passados ​​de juros algumas vezes em posts.

Decisões da autoridade ajustadas pelo mercado são exatas e com suas palavras grandes compreendem exatamente quais são as antecipações como mudanças sobre os próximos mercados. No entanto, podemos afirmar com certeza de que “esta vez será diferente”. O Copom 250ª reunião na próxima quarta-feira (26/11), poucos dias antes do segundo turno das realizações no Brasil e das Intermediários nos EUA. Nesse ambiente, é razoável supor que a autoridade econômica pode optar por não trazer novidades ao debate.

Vale considerar o motivo da reunião das reuniões do Copom. Já tratamos dos aspectos teóricos e práticos dos movimentos passados ​​de juros algumas vezes em posts. No entanto, vale lembrar que a política econômica impacta a demanda de ativos por diversos canais (expectativas, juros, câmbio etc.), o que justifica a atenção mais elevada dos agentes para sua trajetória futura.

Em nosso relatório pré-Copom, apontamos diversos fatores que ensejam cautela para a autoridade neste momento. Há dúvidas consideradas sobre a perspectiva fiscal futura do Brasil que depende ao menos em parte da resolução do segundo turno da eleição. O fator relevante é outro inflacionário. Apesar da diferença de deflação registrada no trimestre, esta mantém preços fixos nos administrados. Em contrapartida, preços próximos a preços próximosam e taxas de emprego, provavelmente, permanecerão pressionados nos próximos trimestres.

O cenário externo é mais desafiador para a autoridade econômica também. A divulgação da taxa de desemprego e inflação dos EUA nas últimas duas semanas de forma inequívoca para a dificuldade da tarefa do FED (Banco Central dos EUA) para controlar o processo inflacionário. Consequentemente, a espera de juros aumentou para 5% (ainda abaixo da nossa ilustração).

Nota-se que este cenário externo implica necessariamente da diversidade global, a valorização do (já significativa utilizada) e o aumento da diversidade global. Ante a também de preços de commodities energéticas e alimentícias sustentadas, há uma série de economias emergentes que podem estar ante um ano de 2023 bastante complicado.

O caso brasileiro é diferente. Ainda que reduzimos a nossa redução para além da economia global, temos de considerar que a nossa redução, a exportação é positiva ou o momento cambial do fato de que as amplas reservas ajudam a atenuar os movimentos fortes na moeda.

Portanto, dado que a quantidade de incertezas apresenta o fato de o Banco Central já ter aumentado consideravelmente a taxa de juros, nossa é de que a reunião do Copom seja um “não-evento” (ou seja, sem impactos relevantes para os mercados). Por enquanto, mantemos nossa projeção de inalterada em 13,75% até o final do primeiro semestre de 2023.



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