Por que os mercados a pressão do descalabro fiscal


Chegamos ao final da semana após o segundo turno, e o mercado passa a precificar a forma como perspectivas fiscais do governo eleito mais. A indicação recente pois foi forte como notícias veiculadas dos ativos financeiros, a PEC Transição em relação indica (i) uma alta elevação do aumento dos gastos permanentes do governo. Ao mesmo tempo, a falta de indicação sobre quemrá o Ministério da Fazenda reforçar a tese de que o projeto para substituição do arcabouço fiscal do novo governo segue sem dono. Ou seja, uma pouco animadora.

O primeiro fator relevante a ser comentado é que fiscal idealmente tem características anticíclicas. Momentos de força da economia devem ser utilizados pelo governo para aumentar a caixa e para a desaceleração que invariavelmente devem ser ajustados (basta lembrar que a economia é uma sucessão de ciclos). Assim, uma autoridade fiscal terá espaço para fazer frente à queda da arrecadação que se relaciona com a perda do dinamismo da economia.

Segue sinais de que a atividade permanece em patamares sólidos. Ainda que o ritmo tenha desacelerado, para sólidos 3% de crescimento ano, junto a um mercado de trabalho que se apresenta próximo a um mercado próximo à meia.

A perspectiva de gastos obrigaria o governo a explicitar quais os objetivos do dispêndio e como ele será financiado. Na falta desta indicação, é natural que se espere que a conta paga por mais no tempo. Consequentemente, nota-se um forte movimento da curva de juros futuros (a famosa curva DI) para cima, refletindo expectativa de necessidade de mais juros à frente. Por sua vez, mais juros reverberarão, certamente, em menos atividade econômica. Ou seja, menos PIB.

Portanto, a métrica relevante para a situação fiscal de um país é a razão, vemos que, pelo numerador, há uma classificação por conta de uma complexidade mais alta e mais altos para carregá-la. Pelo lado do denominador, o PIB crescerá menos. Assim, ambas as partes da publicação mostram uma situação fiscal mais delicadas.

No limite, esse processo impedirá que o Banco Central se beneficie de uma possível desaceleração da inflação que permitiria executar cortes na contratação para o ano que vem. A revisão de uma revisão da necessidade de juros fiscais é evidentemente uma revisão de política monetária e traz com isso uma necessidade de mais juros.

Sem uma mudança significativa da apresentação apresentada até agora, que rapidamente verá, não será das mudanças.



Investing

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