O renovado máxima histórica e fechado em forte alta na quinta-feira (04), ignorando o PIB fraco e focando na temporada de corte de juros e commodities. Avançou 1,6%, a 164.341 pontos com giro financeiro robusto de R$ 29,9 bilhões. Já o dólar fechado estável, 0,05%, R$ 5,310.
Os índices futuros dos EUA operam em alta nesta sexta-feira (05), com investidores aguardando o índice de preços de despesas de consumo pessoal (PCE), indicador preferido do Fed para monitorar a inflação. O dado pode influenciar a decisão de política monetária na próxima semana, na reunião do FOMC (dia 10).
Fechando a semana de olho no PIB do 3Tri na Zona do Euro e o PCE de setembro nos EUA, mesmo atrasado pelo shutdown. Isto pode definir a decisão do FOMC, no dia 10, pelo corte da taxa de juros – 87% no CME Group. Ainda temos a confiança do consumidor da Universidade de Michigan. No Brasil, o PIB/3Tri veio mais fraco achando a curva de juros e a expectativa de queda da Selic em jan26, contra a maioria dos economistas, que permaneceram mais alinhados com o presidente do BCB, Gabriel Galípolo.
O PIB do 3º trimestre veio com avanço modesto de 0,1% contra o trimestre anterior, com desaceleração dos serviços e do consumo. Aguardamos agora o comunicado do Copom na “Super Quarta”, sendo grande a expectativa de se tornar mais pacífico.


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