No mercado brasileiro de quinta-feira (12), o caiu 1,02%, para 187.766,42 pontos, novamente com volume forte, de R$ 39,4 bilhões, puxado pelo capital externo. A B3 informou que, em janeiro, o giro diário no mercado de ações teve alta anualizada de 43,5%, volume médio diário de R$ 33,8 bi e aumento de 10,8% em dez/25. Já no mercado cambial, o dólar à vista fechou em nível alto de 0,25%, a R$ 5,2004, mas, neste ano de ouro do fluxo, ainda cai mais de 5%.
Os índices futuros dos EUA operam em baixa nesta sexta-feira (13), enquanto os investidores aguardam a divulgação do índice de preços ao cosumidor (CPI). O indicador ganhou ainda mais relevância após o relatório de emprego (Payroll) acima do previsto, que levou os investidores a reduzirem as apostas em cortes nas taxas de juros pelo Fed.
Estamos nas portas da folia do Momo, e nos americanos, que não têm nada com isso, divulgam o índice de preços ao consumidor (CPI). É esperado um avanço de 0,3% no mês e um crescimento maior de 2,5% na base anual. Este indicador, aliás, se tornou mais pesado depois do relatório de emprego (folha de pagamento), divulgado na quarta-feira, que mostrou resiliência da economia. A leitura mais forte do mercado de trabalho levou os investidores a reduzirem as apostas em cortes de juros pelo Fed. Nos mercados futuros, as expectativas de início do ciclo de afrouxamento monetário foram postergadas de junho para julho.
No Brasil, a agenda tem como destaque a divulgação do IGP-10 de fevereiro. A estimativa é de que o índice apresente uma queda de 0,12%, depois de duas altas seguidas, em dezembro e janeiro. Também são publicados os dados das vendas no varejo em dezembro (PMC IBGE). Na arena política, no STF, o ministro Dias Toffoli foi afastado do caso Master, embora sua última empreitada tenha tentado coibir as investigações da PF, exigindo que tudo passasse por ele. É impressionante como este cidadão se move. Em reunião fechada com os ministros, acabou se afastando das investigações. Deveria sofrer impeachment. Ele e tantos outros. O que consola é que assume André Mendonça. Pode ser o começo do fim.
Ontem, foi dia de realização forte: S&P 500 -1,6%; -2%; e -1,3% (-670 pontos). O movimento teve como influência, o medo de excesso no tema IA. A correção saiu das big techs e contaminou imóveis, transportes e software. As “Magnificent Seven” fecharam todas no vermelho. -5% (pior dia desde abril/25) e -12%, após guidance fraco.


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