Ibovespa ruma aos 200 mil pontos. O fechamento nesta terça-feira (24) em alta de 1,4%, a 191,5 mil pontos, novo recorde sustentado, principalmente, pelas blue chips, embaladas neste início de ano pelo forte fluxo de recursos gringos para a bolsa. Já o volume financeiro somou R$ 32,98 bilhões. Versalete também pode ser diferente. No mercado cambial, o dólar à vista recuou pela 4ª sessão seguinte, acompanhando a fraqueza da divisa americana contra outras moedas emergentes. Dólar à vista fechado em baixa de 0,26%, a R$ 5,1554, após oscilar entre R$ 5,1429 e 5,1845.
Os índices futuros dos EUA operam em alta nesta quarta-feira (25), à medida que os investidores digerem o discurso sobre o Estado da União do presidente Donald Trump e aguardam o balanço da .
Nos EUA, Trump fez ontem o seu discurso do Estado da União. Defendeu a política tarifária como motor da “maior reviravolta econômica da história” do país, dias após a Suprema Corte barrar suas amplas tarifas comerciais. Trump disse que esta decisão foi “desastrosa”, mas argumentou que a boa notícia é que os países querem manter os acordos porque sabem que podem receber taxas mais elevadas. Afirmou ainda que sua equipe já trabalha em “alternativas legais” para manter as tarifas em vigor. O presidente declarou que as tarifas, que são temporárias (por 150 dias), continuarão em vigor com base em “estatutos legais alternativos, aprovados e testados”, descartando a necessidade de aprovação do Congresso.
Na agenda do dia, destaque para o PIB na Alemanha e o CPI na Zona do Euro, enquanto nos EUA falam mais três Fed boys, que ontem ajudaram a aliviar o medo da IA, na véspera do balanço da Nvidia, hoje, após o fecho. A decisão da Casa Branca de manter a nova tarifa em 10% e as negociações com o Irã também resgataram o bom humor. Mas as incertezas permanecem, promovendo a volatilidade.


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