Ibovespa ruma aos 200 mil pontos. O fechado nesta quarta-feira (25) em queda de 0,13%, a 191.247 pontos, novo recorde e novo ajuste técnico. Já o volume financeiro somou R$ 32,98 bilhões. Versalete também pode ser diferente. No mercado cambial, o dólar fechou em baixa de 0,59%, a R$ 5,1252, após oscilar entre R$ 5,1191 e R$ 5,1672.
Os mercados globais aguardam quinta-feira o estágio do encontro entre EUA e Irã, em Genebra, na busca de um acordo nuclear, e pelo testemunho da vice-presidente de Supervisão do Fed, Michelle Bowman, em comitê do Senado americano. Hoje, saem os balanços da Axia Energia (ex-Eletrobras) e B3, após o fechamento, enquanto a agenda de indicadores é mais fraca, prevendo apenas o IGP-M de fevereiro, que deve recuar 0,65%.
Em Genebra, é baixa a expectativa de um acordo nuclear entre EUA e Irã. Citando fontes, o site israelense Ynet informou que as chances de um ataque ao país no curto prazo são altas. O ultimato de Trump para o Irã aceita um acordo em dez ou 15 dias já vencido. Autoridades diplomáticas dizem que uma nova proposta iraniana provavelmente não atenderá às exigências básicas de Washington. Teerã já está em redução do enriquecimento de urânio para 3,6%, com suspensão por sete anos, mas os EUA querem limites mais longos e a remoção de todo o estoque existente. No Financial Times, o Irã está ameaçando intensificar qualquer conflito com os EUA na eventualidade de um ataque americano.
Por aqui, entre escândalos pesados de corrupção, o cerco vai se fechar sobre membros do STF e políticos do Congresso, embora a blindagem destas instituições seja elevada. A todo dia, uma estarrecedora notícia, ou denúncia, envolvendo personagens destas duas casas. No cerne, o caso Banco Master e o escândalo dos benefícios do INSS. Ontem, em delação premiada, o filho de Lula (alguma dúvida?) se viu envolvido. É uma vergonha mesmo. A justiça dos homens pode tardar, mas acaba chegando. E o careca do STF está nervoso e dando uma de machão. Até quando?


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