No mercado brasileiro de quinta-feira (05), o (+0,82%, ao 183.196 pontos) engatou uma recuperação, com Itaú PN (+2,33%) puxando o movimento, após a divulgação do seu balanço trimestral, apesar das viés negativo de (-0,88%) e de (-0,90%) e PN (-0,75%). Já no mercado cambial, o dólar à vista (+0,14%, a R$ 5,2569) acompanhou a tendência da moeda no exterior (+0,16%, aos 97,776 pontos), com a libra caindo forte (-0,75%, a US$ 1,3549), após o BoE manter os juros no Reino Unido em 3,75%.
Os índices futuros dos EUA operam em baixa nesta sexta-feira (06), pressionados pela queda das ações da , após a divulgação de seus resultados, o que afetou níveis o sentimento em relação ao setor de tecnologia.
Lente de aumento na geopolítica internacional com a reunião em Omã entre EUA e Irã, na discussão de um acordo nuclear. Na agenda de fechamento da semana, dentre os indicadores, destaque nos EUA para o sentimento do consumidor de Michigan, em meio a novas apostas em corte do juro no Fed em março, após dados fracos do mercado de trabalho, a elevarem a expectativa pela folha de pagamento da próxima semana. Nas bolsas, repercutem os tombos da Amazon e do ADR do AFTER MARKET em Nova York. Às 08h30, o mercado terá a chance de ouvir Guilherme Mello, indicado por Haddad para o BCB, em entrevista sobre o balanço macrofiscal da Fazenda, enquanto escala o conflito no STF contra os penduricalhos aprovados no apagar das luzes no Legislativo.
É uma excrescência o que se observa na república. Os médicos nem se preocupam mais em disfarçar. Tudo é permitido para grupos beneficiários, e a sociedade que assiste passivamente à Esbórnia. As eleições estão aí. Esperamos que todos acordem na hora certa. E no STF ou impeachment no forno. Por indicação do Haddad, Guilherme Mello é um economista da UNICAMP, cheio de ideias exóticas, com pouca aplicabilidade prática. Este é o maior problema. Muito acadêmico para uma área em que se tem que ter o devido olhar racional para mover as carrapetas das mesas de mercado. Geralmente, o acadêmico, na sua alienação e arrogância, é cego para isso.


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