No mercado brasileiro de terça-feira (10), o fechado em recuo de 0,17%, encerrando aos 185.929 pontos, com giro de R$ 28,2 bilhões. Achamos que este movimento recente indica uma consolidação, após renovação de topo, mas sem comprometer, até aqui, a estrutura altista. No ano, o Ibovespa sobe 15,39%, testando a máxima histórica. Já no mercado cambial, o dólar à vista subiu 0,16% e se manteve pelo segundo pregão consecutivo abaixo da marca de R$ 5,20, cotado a R$ 5,1962. A expectativa pelo não estressou o sentimento do investidor.
Os mercados globais operam em tom cauteloso, com futuros em alta moderada, enquanto se aguarda o payroll e se monitora os Treasuries e o dólar (S&P 500 fut. +0,06%, fut. +0,01%, T-Note 10 anos 4,13%, DXY 96,61). Os índices futuros operam em baixa nesta quarta-feira (11), com os investidores aguardando a divulgação do Folha de Pagamento de janeiro, a calibrar as expectativas de cortes nas taxas de juros. Dependendo, isso pode contribuir as apostas de corte do juro pelo Fed em março, embora os investidores ainda aguardem o CPI, na sexta-feira. O consenso LSEG prevê a criação de 70 mil vagas de emprego, enquanto se projeta uma taxa de desemprego de 4,4% da força de trabalho.
No Brasil, em agenda vazia, o mercado ouve Gabriel Galípolo, no evento do BTG Pactual, após o janeiro decepcionar (0,33%, em 12 meses a 4,44%). Também deve agitar os mercados a pesquisa Genial/Quaest, sem Tarcísio, a observar como deve evoluir a candidatura de Flávio Bolsonaro. Incrível a teimosia em manter a candidatura deste cidadão. É tudo que a turba do PT quer. Lamentável. No calendário corporativo, repercutem o relatório de produção e vendas da e os balanços de e . Hoje, sai após o fechamento.


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