A bolsa ensaiou um nível alto, mas perdeu força e acabou fechando praticamente estável, em um dia de aversão ao risco em NY, especialmente com as techs. O índice terminou em baixa de 0,13%, para 191.005,02 pontos, com giro de R$ 29,2 bilhões. No mercado cambial, o dólar à vista fechou em alta de 0,27%, a R$ 5,1389, após oscilar entre R$ 5,1217 e R$ 5,1655.
Os índices futuros dos EUA operam em baixa nesta sexta-feira (27), após uma forte queda no setor de tecnologia, liderada por , enquanto Wall Street tenta se recuperar antes da divulgação de um novo relatório de inflação.
No último pregão de fevereiro o mercado olha para commodities, PPI, IPCA-15 e Paraná Pesquisas. Por aqui, é dia de IPCA-15 e um resultado favorável, junto com a forte avaliação do real, deve animar as apostas por um ritmo mais acelerado de corte da Selic, na reunião do Copom de março. Projeções de mercado, indicam 0,56% (0,20% em janeiro). Em 12 meses, pode desacelerar para 3,81%, após registrar 4,50% em janeiro, no teto da meta de inflação.
Paralelamente, o fim da semana chega mais leve com a retirada de um ataque ao Irã, por ora, após representantes de Washington e Teerã marcarem nova reunião para cumprir as negociações sobre um acordo nuclear. Na agenda americana, o PPI é o destaque, enquanto Wall Street repercute o salto do no after hours, depois que desistiu da briga pela Warner. Por aqui, no cenário político, mais uma pesquisa eleitoral será divulgada nesta sexta-feira.
Para a próxima semana, esperamos o PIB e o Caged de janeiro, a dar mais argumentos para o BCB acelerar no ritmo de cortes da Selic no Copom de março. Nesta quinta, o IGP-M de fevereiro com deflação (-0,73%) mais intensa do que o esperado (-0,65%) também compôs o quadro de otimismo.


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