Arrecadação federal é de R$ 166,28 bilhões em setembro Por Agência Brasil



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A União arrecadou R$ 166,28 bilhões em impostos em setembro, de acordo com dados divulgados hoje (25) pela Receita Federal. Na comparação com setembro do ano passado, houve um crescimento real de 4,07%, descontada a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA). O valor é o maior desde 2000, tanto para o mês de setembro quanto para o período acumulado.

No acumulado do ano, a arrecadação alcançou R$ 1,63%, representando um acréscimo pela inflação de 9,52%. Os dados sobre a arrecadação de setembro estão disponíveis no site da Receita Federal.

Quanto às receitas acumuladas 6 acumuladas pela receita federal, o valor foi de R$ 159,60, real de 2,5%, enquanto no período de setembro a arrecadação atingiu R$ 1,53 trilhão, alta real de 7,64%.

A alta pode ser explicada, principalmente, pelo crescimento dos recolhimentos do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL), que incide sobre o lucro das empresas. Segundo a Receita, eles são importantes indicadores da atividade econômica, principalmente o setor produtivo.

O IRPJ ea CSLL totalam uma arrecadação de R$ 28,42 bilhões, com crescimento real de 9,85% em mesmo mês de 2021. Esse resultado é explicado pelo acréscimo real de 13,28% na relação de arrecadação do orçamento mensal de 2021. não financeiro. Na apuração por estimativa será mensalmente puro, sendo que a empresa está obrigada a mensalmente o imposto real, calculado sobre uma base estimada.

A receita ainda que houve pagamentos atípicos e 2 bilhões de RPJ, aproximadamente, R$ LL, por empresas ligadas ao setor de mercadorias, associado à mineração e refino de commodities.

No acumulado do ano, o IRPJ e a CSLL totalizam R$ 371,72 bilhões, com crescimento real de 20,48%. Esse desempenho é explicado pelos acréscimos de 82,41% na arrecadação relativa à declaração de ajuste de IRPJ e dos fatos CSLL, decorrente geradores ocorridos ao longo de 2021, e de 19,81% na arrecadação do período mensal.

“Destaca-se crescimento em todas as modalidades de apuração do lucro. Além disso, houve recolhimentos atís 7 bilhões de R$, especialmente por empresas combinadas à exploração de commodities, no período de janeiro a setembro deste ano, e de R$ 31 bilhões, no mesmo período de 2021”, informou a Receita.

Já as receitas extraordinárias foram compensadas pelas desonerações tributárias. Apenas em setembro, uma redução de alíquotas de PIS/Confins sobre compostos orgânicos em uma desoneração R$ 3,75 bilhões. No ano, chega a R$ 14,60 bilhões. Já a redução de alíquotas de Imposto sobre Produtos Industrializados custa R$ 1,9 bilhão à Receita no mês passado e R$ 11,50 bilhões no acumulado de janeiro a setembro.

“Sem considerar os fatores não recorrentes, houve um crescimento real de 9,02% na arrecadação do período acumulado e de 6,37% no mês de setembro de 2022”, informou o órgão.

Outros destaques

Outro destaque da arrecadação de setembro foi a Receita Previdenciária, que atingiu R$ 45,7 bilhões, com acréscimo real de 4,84%, em razão do aumento real de 8,50% da massa salarial. No acumulado do ano, o resultado chega a R$ 393,36 bilhões, alto real de 6,19%. Esse último item pode ser explicado pelo real de 6,43% do aumento salarial e pelo aumento real de 18,72% na arrecadação da contribuição previdenciária do Simples Nacional de janeiro a setembro deste ano, em relação ao mesmo período de 2021.

Além disso, crescimento das taxas tributárias com relatórios de receita em receita13, 7 razão de utilização de créditos tributários para medição de transferências de cálculos de cálculo das taxas de cálculo do IRPJ e 8,7,3.

O Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (IRRF) – Rendimentos de Capital teve arrecadação de R$ 6,73 bilhões no mês passado, com acréscimo real de 86,41%. De janeiro a setembro, o valor chega a R$ 62,58 bilhões, alta real de 62,80%. Os resultados podem ser explicados em razão da alta taxa Selic, que influenciou os recolhimentos dos rendimentos dos fundos e título de renda fixa.

O IRRF – Rendimentos do Trabalho apresentado uma arrecadação de R$ 13,25 bilhões em setembro, crescimento real de 6,71%.

Indicadores macroeconômicos

A Receita Federal apresentou ainda os principais indicadores macroeconômicos que ajudam a explicar o desempenho da arrecadação, tanto no mês quanto no acumulado do ano. Entre eles está a venda de serviços, com crescimento de 8% em agosto (fator gerador da arrecadação de setembro e 8,63% no ano) ea massa salarial, que mantém crescimento de 17,96% no mês (17,91% no ano), em relação ao mesmo mês de 2021.

O valor em agosto do ano passado também cresceu24,83% em relação a agosto do ano (27,10% no ano).

A produção industrial teve crescimento de 4,11% em agosto, mas apresentou de 1,48% no acumulador do ano, comparado ao período de janeiro a agosto de 2021. Já a venda de bens teve queda de 0,70% no mês e 1,16% não ano.



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