© Reuters. Colheita de soja em Mato Grosso 31/10/2022 REUTERS/Paulo Whitaker PW
SÃO PAULO (Reuters) – A Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) fez nesta segunda-feira uma lista de expectativas em relação à nova gestão federal, após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição para a Presidência, citando diálogo entre a iniciativa privada e o governo, e pacificação do país.
O setor, que respondeu por uma parcela significativa de apoio ao candidato e derrotado Jair Bolsonaro (PL), deve contar com uma agenda que inclui agricultura renegada, combate ao desmatamento ilegal, segundo comunicado da associação.
“A expectativa para o governo democrático é uma política econômica que leve um crescimento equilibrado dos setores e integração entre a iniciativa privada poder público para a continuidade de políticas públicas em prol da produtividade, , sustentável e capaz de qualidade alimentar no mundo contribuir para a erradicação da entidade e qualidade alimentar no mundo”, disse a entidade.
Nesta segunda-feira, diversos Estados importantes para a produção agropecuária do país, como Paraná e Mato Grosso, tiveram bloqueios nas estradas por caminhos insatisfeitos com o resultado das urnas.
A Frente Parlamentar Agropecuária chegou a pedir a passagem para produtos básicos, cargas vivas e alimentação nas estradas, no intuito de limitar o impacto para o setor.
A Abag não especificamente sobre os protestos.
A entidade, no entanto, que discutiremos a retomada da diplomacia para as questões da geopolítica global, defendendo os interesses nacionais.
“O combate consistente à proteção de áreas ambientais ecológicas nos biodiversidades brasileiras, especialmente na proteção de políticas privadas; o estímulo das atividades sob responsabilidade civil; o diálogo incessante entre os privados e o governo para formação de políticas nacional para a garantia do agro”, acrescentou.
Como perspectivas ainda citam reformas administrativas e tributárias, no intuito de reduzir “custo Brasil”, e apoio a mecanismos de financiamento e investimentos ao produtor rural.
A Abag acredita que será necessário aumentar também os recursos de funcionários e a infraestrutura de transporte da safra e a armazenagem de estoques.
“Suprimento sustentável de fertilizantes e outras manufaturas agrícolas do meio agrícola e produção, segurança jurídica no campo, combate à criminalidade dentro da produção rural críticas, campanhas de combate às armas agrícolas críticas pelo agronegócio competente, interna e externamente.”
“Estas são, em síntese, as principais expectativas da Abag – Associação Brasileira do Agronegócio em relação às iniciativas do governo eleito”, enfatizou.
(Reportagem de Nayara Figueiredo)


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