MERCADOS EM GERAL
FECHAMENTO (15/01)
MERCADOS E AGENDA
No mercado brasileiro de quinta-feira (15), o renovado máximas, mas perdeu fôlego no final após testar 166 mil pontos. Fechou com acréscimo de 0,26%, a 165.568,32 ptos. Volume financeiro somou R$27,8 bilhões. Já no mercado cambial, o cenário encerrou em queda de 0,61%, a R$ 5,3684. A sessão interrompeu uma sequência de três altas, mas no ano a divisão ainda caiu 2,20%. A sessão foi marcada por um maior fluxo de entrada de recursos no Brasil, enquanto no exterior a moeda norte-americana sustentou ganhos ante as divisas fortes.
PRINCIPAIS MERCADOS
Os índices futuros dos EUA operam em alta nesta sexta-feira (16), ampliando os ganhos da véspera, impulsionados pelos ganhos das ações do setor bancário e de tecnologia. Falando dos fundos de investimento, em 01/12/2026, o fluxo dos de Renda Fixa foi de R$ 6,5 bilhões, acumulando saldo de R$ 36,5 bilhões e R$ 36,5 bilhões no mês e no ano respectivamente. Nos Multimercados o dia foi de -R$ 1,6 bilhões, acumulando saldo de -R$ 6,7 bilhões e -R$ 6,7 bilhões no mês e no ano respectivamente. Já nos fundos de Ações, o dia foi de R$ 31,9 milhões, acumulando saldo de -R$ 1,9 bilhões e -R$ 1,9 bilhões no mês e no ano respectivamente. Isso retrata um cenário em que os fundos de renda fixam a seguir reinando, dada a Selic a 15%.
NO DIA, 16/01
Nas geopolíticas mais profundas do Oriente Médio, não se observa uma movimentação de tropas norte-americanas muito grande. Um exercício ou outro, um porta-aviões, mas nada muito contundente. Parece que, neste caso, Trump superou uma invasão, deixando que o povo iraniano decidisse. O problema é que a máquina de repressão da ditadura teocrática dos aiatolás é tão brutal e eficiente que isso se torna, praticamente, impossível. Por isso, o barril de petróleo se mantém esticado.
No mercado, uma boa notícia é a atuação firme do BCB, não se dobrando às políticas de pressão no caso Master, com o STF vergonhosamente tentando influenciar. Ontem, anunciou a liquidação extrajudicial da Reag, envolvida nas investigações do banco Master, numa prova de que continua fazendo o que tem que fazer, ocorrendo de forma técnica. O noticiário sobre o caso segue intenso e cheio de ruídos, envolvendo decisões e recuos do TCU e do STF. Tá pegando muito mal.
Na agenda do dia, destaque para a produção industrial nos EUA e, aqui, IGP-10, IBC-Br e a visita da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, ao presidente Lula, em Brasília. Depois de recuar em setembro e outubro, o IBC-Br deve voltar a se expandir em novembro, como reflexo do crescimento acima do esperado nas vendas do varejo no período, que subiram 1,0%, superando as limitações do mercado. Isso pode adiar a expectativa de corte da Selic, que tem março como a aposta unânime na curva dos juros. Temos também o IGP-10 (8h), que deve subir 0,23% em janeiro, após 0,04% em dezembro. O avanço dos preços industriais deve impulsionar o indicador para cima na margem.
Boa sexta-feira para todos! Feliz 2026!


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